terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida.




Há momentos em que são precisas e preciosas as palavras do Marquês de Pombal, ao ser questionado pelo Rei Dom José sobre o terremoto de Lisboa (1755), a respeito do que se havia de fazer. 
Ele respondeu ao rei: “Sepultar os mortos, fechar os portos e cuidar dos vivos”.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar. 

Muitas vezes temos em nossa vida “terremotos” avassaladores como o de Lisboa no século XVIII. 
A catástrofe é tão grande que perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, clara e objetiva.
 
Esses “terremotos” podem ser de toda ordem: pessoal, afetivo, profissional. 
Como se tivéssemos recebido "um lote" com defeito da vida e nos tornássemos tão contaminados que não conseguimos detectar nossa posição diante do contexto.

Todos nós estamos sujeitos a “terremotos” na vida.
 
Quem está vivo sabe que há “falhas geológicas” sob nossos pés e que podem gerar um tremor a qualquer instante sem que estejamos preparados. 
O que fazer?
 
“Sepultar os mortos, fechar os portos e cuidar dos vivos”.
 
E ponto.

| Cláudia Dornelles |

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