sábado, 25 de fevereiro de 2017

A autoestima


A autoestima, esse juízo que fazemos de nós mesmos, não é tão estável e independente dos acontecimentos externos quanto gostamos de imaginar.

A vaidade, o prazer erótico de se destacar e atrair olhares e gestos de admiração, depende integralmente da forma como os outros nos avaliam.

A autoestima independe da avaliação que fazem de nós a cada momento: deriva do conjunto de sinais positivos que recebemos ao longo do tempo.

Nossa autoestima é oscilante e depende em parte dos resultados que estamos obtendo em um determinado período de vida; pode subir ou descer!

Parte de nossa autoestima é estável: deriva da média da avaliação que fizemos de nós ao longo da vida e do afeto que recebemos na infância.

Falar que uma pessoa tem baixa autoestima é se referir a essa parte fixa do juízo que ela faz de si. Momentos de baixa existem para todos!

Aqueles que têm baixa autoestima podem se sentir estimulados e ganhar um impulso construtivo ao conquistarem um resultado bom e inesperado.

A autoestima sobe com resultados favoráveis e desce com reveses. O curioso é que ela tende a cair caso nada esteja acontecendo com a pessoa.

Flávio Gikovate

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