sexta-feira, 9 de setembro de 2016

E a gente quase acreditou naquele amor.


Um dia a gente percebe o genuíno desinteresse que há no quase.

Quase é o desejo que não se consumou por falta de decisão.

É o encontro que foi marcado sem pensar nas consequências.

A resposta que foi engolida por falta de adjetivos apropriados.

O empobrecimento da verdade.

A confusão dos sentimentos.

O quase é a repetição da inexistência.

E a gente quase acreditou naquele amor.

Ita Portugal

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