quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Valorizamos o amor ao próximo, como ele merece ser valorizado?


Somos logo iludidos a nascença, onde quando criança nos fazem acreditar que o mundo lá fora é perfeito.

Onde a entrega doação e sacrifício, eram apenas palavras do dicionário, sem grande impacto na nossa infância.

É claro que amávamos o nosso melhor brinquedo, a nossa liberdade para tudo, nossas famílias mesmo que não fossem exemplares, mas era a nossa, até para errar era mais fácil, era considerado aprendizagem.

Com o passar do tempo, vamos sendo moldados a semelhança dos nossos pais e pela própria vida em si e aprendemos da pior forma que afinal nada do que idealizamos em criança era perfeito.

Responsabilidades roubam nossos sonhos, atropelamos tudo e todos sem olhar meios para atingir o que ambicionamos, não o que realmente necessitamos, a ganancia de ser melhor que o outro, em modo de competição, se tornou prioridade.

O amor se tornou variável, deixando de ser sentido de forma espiritual, para amar o bem material.

Hoje muito se fala em sede de amor, sobre doação, sacrifício, entrega total.

Porém sabem o que amam, o que querem amar?

Uma posição social, estabilidade, comodismo, umas noites de sexo sem qualquer compromisso?

Saberemos distinguir amor de tesão?

Valorizamos o amor ao próximo, como ele merece ser valorizado?

Nos tornamos tão individualistas que esquecemos algo importante pois pensamos que só acontece aos outros, posição social pode acabar do nada, sexo um dia mais tarde , estabilidade emocional e social também pode ruir a qualquer hora.

E só nos lembraremos disso quando ficarmos sós no final de nossas vidas, por escolha nossa, pensemos nisso, ainda nada está perdido.

Peter Pires

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