domingo, 1 de maio de 2016

Que não se procurem metades por aí...


E que não haja medo no olhar
e nem receio ao toque.

Que não seja superficial o contato das almas
e nem breve a ardência do corpo.

Que o tempo diminua o espaço solitário na multidão
e que o sorriso reine até mesmo onde não há motivos para se sorrir.

Que haja luz nos corações.

Que não haja tempo para odiar
e nem para se entristecer.

Que se caminhe firme
e de mãos dadas…

Que não se procurem metades por ai,
mas que se encontre inteiros que se moldem.

E que seja simplesmente louca
e doce essa aventura ao qual chamamos de vida.

E se não for,
que seja qualquer outra coisa.

Mas que seja, de todo o coração…
porque isso é o que importa.

Mozert

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