terça-feira, 8 de março de 2016

Minha transparência


Me autocondenei à sentença crudelíssima:

não sei dissimular as emoções.

Se há preço?

Pago caro e com gosto!

Triste deve ser parecer o que não se é.

Minha transparência, às vezes, pode parecer quase infame, reconheço;

mas nunca beira à indecência ética.

Aquela polida de quem nunca foi e pensa que é.


Cláudia Dornelles

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